Protocolo entre Fundação Leal Rios e Serralves

Protocolo entre Fundação Leal Rios e Serralves

Protocolo entre Fundação Leal Rios e Serralves. A Fundação Leal Rios celebra esta segunda-feira, dia 27 de setembro, com a Fundação de Serralves um contrato de comodato, protocolo, que prevê a integração, em regime de depósito, de 287 obras de nomes relevantes do panorama da arte contemporânea nacional e internacional pertencentes à coleção desta Fundação na Coleção de Serralves.

Para além deste depósito, o contrato prevê ainda a doação a Serralves de quatros obras dos artistas Nicolas Milhé Meurtriére, Benoît-Marie Moriceau, Vasco Araújo e Francisco Tropa.

O depósito da Coleção Leal Rios reúne obras de arte contemporânea de mais de 70 artistas plásticos nacionais e estrangeiros que, face à sua dimensão e prestígio, irão conferir ao acervo de Serralves um maior interesse à escala internacional. A Coleção Leal Rios resulta de uma cuidadosa e coerente seleção de artistas e de um profundo trabalho curatorial na escolha de obras que a tornam única, uma das mais importantes coleções de arte contemporânea presentes no nosso país e com reconhecimento internacional.

Este contrato é um importante passo para a Fundação Leal Rios por permitir integrar parte da sua coleção no universo do Museu de Serralves, o museu de referência de arte contemporânea de Portugal, que pela sua escala e projeção, nacional e internacional, possibilitará alargar substancialmente a esfera de promoção desta coleção e dos artistas nela representados, indo assim ao encontro da missão da Fundação.

A FLR – Fundação Leal Rios é uma instituição portuguesa de direito privado que tem como objetivos primordiais a divulgação, manutenção, preservação e promoção das obras e artistas representados na coleção de arte contemporânea, iniciada pelos irmãos Manuel e Miguel Leal Rios em 2002, tendo Miguel Leal Rios assumido o papel de curador e diretor a partir de 2012, data da sua instituição.

O edifício da Fundação Leal Rios situa-se no centro de Lisboa, no bairro de Alvalade, numa zona industrial reabilitada datada dos anos 1940/50. A área interior do prédio é superior a 1000m². Tratava-se de uma oficina de automóveis antigos, recuperada pelo arquitecto português Alexandre Marques Pereira sob a concepção e ideia de Miguel Leal Rios. A reabilitação do edifício foi efectuada para acolher uma galeria expositiva, uma sala de vídeo, quatro pequenos armazéns, escritório, biblioteca e outras instalações, de forma a preencher a preservação e exposição do acervo de arte contemporânea no âmbito das necessidades museológicas.

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