Jacarandá, o novo single de Ana Moura

Jacarandá, o novo single de Ana Moura

Já se ouviu ontem na Rádio Comercial o novo single de Ana Moura, Jacarandá, que foi anunciado aos fãs a 17 de junho. Jacarandá faz-se de arrebatamento e de um balanço que traduz um sentir atlântico e que convida ao doce embalo da dança a dois.
A música completa já está disponível em todas as plataformas e o o vídeo clip do novo single pode ser visto aqui.

Em entrevista recente, Ana Moura abriu as portas do seu pensamento: “Este disco é tudo menos exclusão”, declarava a artista referindo-se ao álbum de que se conhece agora o segundo single, Jacarandá: “É inclusão, é a reunião de todas as heranças que eu tenho”. Mais adiante, na mesma entrevista, Ana dizia também que “o caminho faz-se de descobertas”. E se com Andorinhas Ana descobriu a força da sua própria liberdade, com o novo Jacarandá deixa-nos perceber o aroma da sua visão, com um tema feito em iguais medidas de arrebatamento e balanço, de poéticas palavras e de sensuais ritmos que traduzem um sentir atlântico, desenhado a partir de Lisboa, mas percebendo bem o que até cá chega vindo do Brasil ou de ÁfricaJacarandá conta também com a preciosa colaboração de Mike Scott, guitarrista que acompanhou Prince e que traz um toque de universal classe para este novo tema. 

Como prometido na divulgação da nova fase de independência de Ana Moura, há uma semana um media kit foi enviado diretamente para os milhares de fãs que mostraram apoio ao lançamento da sua última faixa Andorinhas, contendo os suportes visuais para social media e press release sobre o novo single que acaba de ser lançado integralmente hoje, dia 25 de junho. Esta é mais uma prova do compromisso com o público a que artista se propôs. É o público final, que apoiou incondicionalmente Ana Moura no lançamento de Andorinhas, quem teve nas mãos o poder para partilhar com outros esta novidade. 

No novo álbum, que será lançado em outubro, Ana Moura expressa, com a voz única de sempre, aquilo que soa a um novo conjunto de emoções. Jacarandá inicia-se com uma sentida melodia expressa na voz, sem palavras, emoção pura. A narrativa chega depois: “fecho os olhos e não estás distante”, “perco os sentidos, não perco o norte, por ter a sorte de ainda te ouvir chamar”, confessa ela. A produção é avançada e o ritmo convida ao doce embalo da dança a dois. Dançar, é importante sublinhar, é uma forma de expressar liberdade. E Ana Moura agora quer dançar. 

A artista chega a 2021 com um percurso carregado de triunfos, somando galardões de vendas aos aplausos do público e da crítica internacional, tendo conhecido os mais importantes palcos das mais consagradas salas mundiais. Qualquer artista faria por se manter nessa posição, mas Ana Moura sabe que criar é arriscar sempre um novo começo: “Estou atenta a estas mudanças e a estudar a melhor forma de me relacionar com o meu público, sem intermediários”. Ana quer mesmo dançar, de forma directa, com o seu público, um fado que tem apelo universal, que assume uma condição tropical, que é tanto de agora como do futuro, tão seu quanto de quem o agarrar.

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