Vacheron Constantin: a arte do tempo celebra o Ano da Cabra

Vacheron Constantin: a arte do tempo celebra o Ano da Cabra

Vacheron Constantin: a arte do tempo celebra o Ano da Cabra. A relojoaria pode ser uma forma de medir o tempo, mas também de preservar culturas, símbolos e tradições artísticas. Na coleção Métiers d’Art A Lenda do Zodíaco Chinês, a Vacheron Constantin transforma esta ideia em duas novas criações dedicadas ao Ano da Cabra, que terá início em fevereiro de 2027, segundo o calendário lunar chinês.

Limitadas a 25 exemplares cada, as novas edições apresentam uma caixa de 40 mm, disponível em platina 950 ou ouro rosa de 18 quilates 5N. No centro de cada relógio, o mostrador revela uma composição artística que combina gravação em relevo, microl-pintura e esmalte grand feu, reunindo diferentes técnicas tradicionais num exercício de precisão e sensibilidade estética.

O simbolismo da Cabra

Na cultura chinesa, a cabra ocupa um lugar simbólico associado à sensibilidade, à gentileza, à honestidade e à resiliência, sendo igualmente considerada um sinal auspicioso de prosperidade e boa sorte.

A Vacheron Constantin iniciou este ciclo de relógios dedicados ao zodíaco chinês em 2012, reafirmando uma tradição de diálogo entre a relojoaria e diferentes culturas. Em 2024, a Maison deu início a um segundo ciclo de 12 anos, com duas versões por cada signo, explorando novas possibilidades artísticas através da linguagem dos métiers d’art.

Uma mecânica ao serviço da arte na Vacheron Constantin

No interior, o Calibre automático 2460 G4, desenvolvido e produzido pela própria Manufacture, foi concebido para colocar a expressão artística no centro da construção relojoeira. Em vez dos ponteiros convencionais, o movimento utiliza quatro discos que apresentam horas, minutos, dia da semana e data através de aberturas distribuídas pela periferia do mostrador.

Esta solução liberta uma área central ampla para a decoração artística, permitindo que as técnicas de gravação, pintura e esmaltagem assumam o protagonismo. O calibre integra 237 componentes e oferece uma demonstração da capacidade da Maison para desenvolver mecanismos em que a inovação técnica serve uma intenção estética.

O fundo transparente em vidro de safira revela ainda o rotor esqueletizado em ouro amarelo de 22 quilates, decorado com a Cruz de Malta, símbolo da Vacheron Constantin. Os acabamentos incluem perlage, Côtes de Genève e ângulos e arestas biselados à mão. O movimento apresenta também o Punção de Genebra, uma distinção que atesta a qualidade da sua execução e dos acabamentos.

Uma relação com a China que atravessa séculos

A ligação da Vacheron Constantin à China remonta a meados do século XIX. Os arquivos da Maison documentam o envio de 33 pares de relógios para Cantão, em 1846, marcando o início de uma relação que se desenvolveria através de encomendas destinadas a dignitários e coleccionadores chineses.

Desde então, a Maison tem continuado a explorar referências culturais chinesas em diferentes criações, incluindo séries dedicadas a símbolos tradicionais e a lugares de significado histórico. Esta aproximação foi reforçada em 2024, com uma parceria estabelecida com o Educational Institute of the Palace Museum, em Pequim.

Com as novas edições Métiers d’Art A Lenda do Zodíaco Chinês – Ano da Cabra, a Vacheron Constantin reafirma uma visão da alta relojoaria em que a mestria mecânica e a expressão artística se complementam. Duas criações que celebram não apenas um símbolo cultural, mas também a capacidade de transformar o tempo numa forma de património.

Vacheron Constantin celebrates the Chinese zodiac with two new limited editions of Métiers d’Art – The Legend of the Chinese Zodiac, dedicated to the Year of the Goat in 2027. Limited to 25 pieces each, the watches are presented in 40 mm cases in 950 platinum or 18K 5N pink gold, featuring artistic dials combining relief engraving, miniature painting and grand feu enamel.

Powered by the automatic Calibre 2460 G4, the timepieces replace conventional hands with four display discs for hours, minutes, day and date, leaving the dial open for artistic expression. The collection also honours the Maison’s long-standing ties with China, dating back to 1846, bringing together Swiss watchmaking excellence, traditional craftsmanship and cultural symbolism.

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