Os clássicos revisitados pela memória

Os clássicos revisitados pela memória

Os clássicos revisitados pela memória. Do icónico Mazda MX-5 “NA” e outras propostas “MX”, ao urbano Mazda 121. Os automóveis atuais são, indiscutivelmente, mais seguros, mais confortáveis e mais eficientes do que os seus antecessores, nascidos há algumas décadas. Apesar disso, há algo de único e de extraordinário quando nos sentamos ao volante de um automóvel clássico. É toda uma experiência que desperta os sentidos, levando-nos a revisitar uma era em que os habitáculos eram mais espartanos e a condução era uma habilidade, uma era em que os sistemas de navegação eram conhecidos, simplesmente, por mapas e a tecnologia de segurança activa, os ecrãs táteis e os smartphones não eram mais do que pura ficção.

O apelo intrínseco do universo dos automóveis clássicos é muito abrangente e está bem patente um pouco por toda a Europa. Dele fazem parte, não só os chamados petrolheads, como também os entusiastas da engenharia, do design e da própria história do automóvel.

Mas qual é o seu fascínio? Os veículos clássicos destacam-se pelo seu estilo distinto, permitindo que um indivíduo marque uma posição relativamente à sua personalidade e gostos, bem como no que diz respeito à sua própria atitude perante a condução. Permitem, ainda, o contacto de pessoas que têm em comum essa mesma cultura, reunindo-se numa comunidade que promove encontros regulares aos fins-de-semana, seja em exposições de veículos clássicos, em provas de ralis e/ou regularidade ou em qualquer outro tipo de evento. É, também, uma forma de relembrarem a sua própria juventude, associando, inevitavelmente, os seus automóveis a momentos marcantes das suas vidas. E, para além disso, quem é que se esquece daquele que foi o seu primeiro carro?

Alguns modelos podem, ainda, valorizar-se no mercado dos usados ou dos coleccionadores. Os automóveis clássicos conseguem ser, por vezes, económicos a nível de utilização, pois podem usufruir, consoante o país, de um imposto de circulação mais reduzido, de seguros mais acessíveis ou até de determinadas isenções de restrições de circulação em zonas de baixas emissões. Na União Europeia, para que um automóvel possa ser considerado um clássico, deverá ter, pelo menos, 30 anos, assim como deverá estar em boas condições de conservação, ou seja, o mais original possível.

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